A equipe Cadillac está analisando os problemas enfrentados no GP da Espanha e se prepara para levar um pacote de atualizações para o GP da Áustria, na próxima etapa europeia da Fórmula 1. O diretor da escuderia norte-americana, Graeme Lowdon, reconheceu que o traçado de Barcelona expôs as deficiências do carro.
Lowdon afirmou que as características do circuito catalão confirmaram as previsões mais pessimistas do departamento de engenharia. Segundo ele, a falta de ritmo impediu a equipe de disputar posições no meio do grid durante a corrida. “Sabíamos que Barcelona seria uma pista muito mais difícil para nós, refletindo onde estamos em termos de ritmo. Mesmo assim, demos o máximo para competir e ganhar posições”, disse.
O diretor destacou que o fim de semana serviu como um teste importante para o desenvolvimento do carro, que já supera a Aston Martin e briga com a Haas. “Barcelona expõe as fraquezas. Isso nos deu uma imagem clara do que precisa ser melhorado, especialmente em tandas longas”, completou.
Sergio Pérez manteve a consistência e completou a prova sem problemas, enquanto Valtteri Bottas enfrentou complicações mecânicas e foi retirado da corrida de forma preventiva. “Checo mantém nosso recorde de levar o carro até o fim. Bottas teve um problema desde o início e optamos pela retirada”, explicou Lowdon.
A equipe de Detroit agora foca no GP da Áustria, no Red Bull Ring, onde pretende introduzir novas peças. Lowdon admite que as mudanças não serão um grande salto, mas acredita que seguem na direção correta. “Isso não se resolve da noite para o dia. Temos atualizações programadas para a Áustria que devem nos ajudar a dar um passo adiante, com mais novidades depois”, concluiu.
